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A
pesquisa detectou ainda que 21% dos RIs
não pretendem elaborar ou implementar
um plano específico de atuação junto
às oportunidades geradas por esses
eventos. Entre
as questões que esses públicos
consideram essenciais para que o Brasil
realize de maneira satisfatória os
megaeventos, estão a capacidade das
cidades-sede em concluir seus projetos e
a administração dos investimentos públicos
aplicados nesses eventos. Apesar
de muitas dúvidas, os RIs precisam
estar atentos às oportunidades que os
megaeventos podem trazer para suas
empresas. Os investidores - também
entrevistados na pesquisa - já
demonstram interesse e começam a agir.
Um total de 58% afirmou que pretende
investir na Copa de 2014. Já para a
Olimpíada de 2016, 61% já mostram
interesse em futuros investimentos. A
pesquisa aponta que os investidores já
começaram a avaliar projetos. No
segundo semestre de 2010, 24% dos
investidores respondentes manifestaram
intenção de investir nas oportunidades
geradas pela Copa do Mundo de 2014. Já
no segundo semestre de 2011, este
percentual cresce para 65%. Com relação
à Olimpíada, no primeiro semestre de
2012, 26% têm intenção de investir.
Para o início de 2013, esse número
cresce para 63%. Assim, quanto antes os
RIs saírem na frente, melhores
oportunidades de investimentos podem ser
negociadas. Cerca
de 70% dos profissionais de RI
entrevistados afirmaram que ainda não
percebem essa demanda em suas empresas,
uma vez que os investidores nacionais e
estrangeiros ainda não os procuraram. Setores
– Tanto para os investidores quanto
para os RIs, os setores que mais devem
crescer em razão dos grandes eventos de
2014 e 2016 são a indústria de construção
(65%), turismo, hotelaria e lazer (55%)
e, em terceiro lugar, transporte aéreo
e infraestrutura aeroportuária (53%).
Os serviços públicos e privados de
segurança ficaram por último, com
apenas 7%. Apesar de saúde estar entre
os itens possíveis de crescimento
propostos pelo estudo, o setor não foi
assinalado. Planejamento
– Quando questionados sobre como será
a preparação do Brasil para a Copa do
Mundo em comparação aos demais países
que já sediaram o evento, apesar de a
maioria acreditar que planejamento,
cumprimento de prazos e despesas serão
inferiores (42%, 55% e 75%
respectivamente), os RIs avaliam que o
retorno dos investimentos das empresas
será melhor ou equivalente aos demais
países, com 85%. Já
sobre os aspectos positivos a serem
proporcionados para o Brasil no longo
prazo, 67% dos RIs responderam que será
a melhoria da imagem brasileira no
exterior, enquanto 63% acreditam na
qualificação do País como pólo turístico
mundial. Um total de 54% apostam na
internacionalização do País como a
principal vantagem. Mercado
de capitais – Quanto aos desafios
para sediar os megaeventos esportivos,
eles são muitos, segundo os RIs. Entre
os pontos mais desafiadores estão
garantir a infraestrurua geral e o
cumprimento dos parâmetros
estabelecidos para os eventos; assegurar
os compromissos assumidos pelo Governo e
ainda as responsabilidades e a coordenação
eficiente entre os níveis de Governo.
Todos eles com praticamente 100% das
respostas. A ampliação da capitalização
das empresas por meio do mercado de
capitais é a ação menos desafiadora
para os respondentes. A
pesquisa foi realizada entre os meses de
abril e maio de 2010 com a participação
de 60 profissionais de RI e 36 agentes
investidores. A amostra contempla todos
os setores econômicos, com destaque
para bancos e serviços financeiros,
energia, construção e materiais e
serviços de transporte (66% do total).
Sobre
a Deloitte A
Deloitte oferece serviços nas áreas
de Auditoria, Consultoria Tributária,
Consultoria em Gestão de Riscos
Empresariais, Corporate Finance,
Consultoria Empresarial, Outsourcing,
Consultoria em Capital Humano e
Consultoria Atuarial para clientes dos
mais diversos setores. Com uma rede
global de firmas-membro em 140 países,
a Deloitte reúne habilidades
excepcionais e um profundo conhecimento
local para ajudar seus clientes a alcançar
o melhor desempenho, qualquer que seja o
seu segmento ou região de atuação. No
Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte
é uma das líderes de mercado e seus
cerca de 4 mil profissionais são
reconhecidos pela integridade, competência
e habilidade em transformar seus
conhecimentos em soluções para seus
clientes. Suas operações cobrem todo o
território nacional, com escritórios
em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília,
Campinas, Curitiba, Fortaleza,
Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro,
Recife e Salvador. A
Deloitte refere-se a uma ou mais
Deloitte Touche Tohmatsu, uma verein
(associação) estabelecida na Suíça,
e sua rede de firmas-membro, sendo cada
uma delas uma entidade independente e
legalmente separada. Acesse www.deloitte.com/about
para a descrição detalhada da
estrutura legal da Deloitte Touche
Tohmatsu e de suas firmas-membro.
Sobre
o IBRI O
IBRI (Instituto
Brasileiro de Relações com
Investidores)
foi criado em junho de 1997 com o
objetivo de valorizar o papel da
comunidade de profissionais de Relações
com Investidores no Mercado de Capitais
brasileiro e contribuir para seu
fortalecimento e aperfeiçoamento. Desde
então, a entidade tem obtido resultados
expressivos graças a um trabalho bem
direcionado e baseado em uma estrutura
administrativa que busca o máximo de
eficiência. Presente
em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas
Gerais, Sul e Nordeste, o Instituto é
uma associação sem fins econômicos,
que já congrega pessoas físicas,
ligadas direta ou indiretamente à área
de R.I. (Relações com Investidores)
de algumas das principais companhias do
País. O
Conselho de Administração é o órgão
administrativo máximo do IBRI, sendo
constituído por 09 membros. A Diretoria
Executiva é indicada pelo Conselho para
mandatos de dois anos e tem como
estrutura: um presidente executivo, um
vice-presidente e diretores regionais em
SP, RJ, MG, Sul e NE. Existem ainda,
como órgãos permanentes, o Conselho
Fiscal, o Comitê Superior de Orientação,
Nominação e Ética, a Comissão Técnica
e as Comissões de Divulgação, de
Desenvolvimento Profissional,
Internacional, Sustentabilidade e de
Novos Associados. O
IBRI e a Apimec coordenam o CODIM –
Comitê de Orientação para Divulgação
de Informações ao Mercado – do qual
participam outras seis entidades do
mercado. O CODIM é um órgão que
objetiva disseminar as melhores práticas
de divulgação de informações pelas
empresas. A
filosofia de trabalho do IBRI inclui a
valorização de parcerias com entidades
do mercado nacional e internacional que
tenham objetivos em comum com a área de
R.I. Nesse sentido, o IBRI compreende
que as parcerias desenvolvidas têm sido
capazes de gerar valor para os
associados, além de contribuir para
enriquecer as discussões técnicas
junto a órgãos oficiais – com os
quais possui acordo firmado – como a
CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
e instituições como a BM&FBOVESPA. |